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Arquivo para março, 2009

Donkey Kong Jungle Beat

Publicado por star Em 28 de março de 2009

 

Este é o primeiro game da linha “New Play Control!”, linha de jogos de GameCube adaptados para Wii ,e portanto um dos que melhor exibem as mudanças nos controles ocasionada pela mudança de plataformas.

“Donkey Kong Jungle Beat” foi o primeiro jogo criado pelo estúdio da Nintendo em Tóquio – que posteriormente deu luz ao aclamado “Super Mario Galaxy”.

Originalmente, “DKJB” era jogado com os DK Bongos, o controle em formato de bongô do GC. Porém, nesta adaptação o joystick musical é totalmente deixado de lado e os controles adaptados para a combinação Wii Remote e Nunchuk.

Antes era necessário batucar para esquerda ou direita para movimentar o macacão de gravata. Agora basta mover a alavanca analógica. Já bater palmas foi trocado por chacoalhar um dos controles.

No departamento visual este novo “Jungle Beat” apresenta suporte a telas widescreen e resolução 480p (a máxima processada pelo Wii) e sutis melhorias nos próprios gráficos, como texturas mais definidas e detalhadas. Outra promessa da Nintendo: novas fases.

Infelizmente não há opção de utilizar o DK Bongo, para resgatar a experiência de jogo original, ou mesmo o Classic Controller e o controle de GC. Ainda assim, a nova mecânica de jogo se mantém precisa e dinâmica, permitindo desfrutar agora de uma nova maneira as geniais e divertidas fases.

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Ninja Gaiden Sigma 2

Publicado por star Em 28 de março de 2009

Ninja Gaiden Sigma” levou o clássico instantâneo “Ninja Gaiden”, do Xbox original, para os lados da Sony, ainda que uma geração atrasado, já no Playstation 3. Agora a Tecmo parece estar mais ágil e repetiu a dose com “Ninja Gaiden II”. A continuação, até então exclusiva para o Xbox 360, chega ao console rival com vários extras e novidades, sob o nome de “Ninja Gaiden Sigma 2”, pouco mais de um ano depois.

A idéia é incorporar toda a mitologia recente do personagem neste novo pacote, aumentando 30% a aventura vista no console da Microsoft, com novas reviravoltas, cenários, inimigos e heróis. Ayane, uma das musas da série “Dead or Alive”, é uma que dá as caras agora com personagem jogável, utilizando duas espadas curtas. Outro que aparece é Momiji, de “Ninja Gaiden Dragon Sword” para DS, que luta manejando uma espécie de lança. O herói Ryu, claro, também recebe mimos na forma de armas e poderes inéditos.

Vários problemas da versão original foram ajustados: o nível de dificuldade foi balanceado para se tornar mais equilibrado entre as fases, a câmera também ganhou melhor posicionamento e os estágios ficaram mais realçados para facilitar a navegação. O game traz suporte a troféus – divididos entre os modos para um jogador e multiplayer – e utiliza o sensor de movimento Sixaxis para realizar magias especiais e outras tarefas pontuais.

Novos modos de jogo também foram incluídos, com atenção especial para o aspecto cooperativo online. São cerca de 30 desafios, cada um deles com quatro níveis de dificuldade, com direito a upload da pontuação para um ranking global. Para abrigar tudo isso, o motor gráfico e todo o resto do sistema utilizado para criar “Ninja Gaiden Sigma” foi aprimorado, se aproveitando melhor dos recursos do poderoso console da Sony.

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GDC: OnLive funciona bem, mas deixa dúvidas

Publicado por star Em 28 de março de 2009

onliveNa Game Developers Conference 2009, nada causou mais barulho: após alguns anos em desenvolvimento, o OnLive, criado por Steve Perlman, fundador da WebTV, e Mike McGarvey, ex-CEO da Eidos Interactive, veio à tona durante o evento, em San Francisco, e deixou a indústria inquieta. A ideia, afinal, é oferecer um sistema de distribuição digital que vai permitir jogar títulos de primeira linha produzidos por gigantes como Electronic Arts, Take-Two e Ubisoft, em PCs modestos ou mesmo direto da TV.

Como se não bastasse, os jogos estarão disponíveis no OnLive assim que chegarem nas lojas e rodarão com máxima performance, não importa a qualidade do PC em questão. Isso é possível porque os jogos, na verdade, estão armazenados nos servidores do OnLive e o que o jogador vê, na verdade, é o streaming de vídeo em tempo real, que responde aos comandos.

Caso o jogador possua um PC, basta baixar um executável de cerca de 1MB ou, se for jogar através da TV, será necessário comprar o hardware, que acompanha um joystick sem fio, e plugá-lo no aparelho. No estande do OnLive, a tecnologia era demonstrada através dos jogos “Crysis” e “Grid”, que rodavam perfeitamente, sem qualquer atraso ou instabilidade.

Animador? Em termos. Sabe-se que, em eventos como a GDC, a maioria das demonstrações é preparada cuidadosamente e, naturalmente, velocidade de conexão não era um problema. O que fica é a dúvida sobre como o OnLive se comportaria, por exemplo, com usuários de vários países conectados simultaneamente. A assessoria de imprensa e mesmo os produtores do OnLive não responderam a perguntas sobre possível lançamento do serviço no Brasil, tampouco falaram de preço. Por enquanto, estão satisfeitos apenas com o furor que proporcionaram ao público.

De certo, o que a empresa garante é que será preciso somente uma conexão de 1,5MB para jogar em 480p ou 5MB para 720p.

Várias questões estão no ar, mas se o OnLive pegar, claramente vai causar uma reviravolta na bilionária indústria de games, que afetará fabricantes de hardware, software e por aí vai. Por enquanto, a tecnologia está em fase fechada de testes, e deve abrir ao público ainda em 2009.